Nem acredito!
Ah, não acredito!
Eu fiz um blog!! Justo eu que sempre achei meio bobo adolescente escrever coisas na internet. Mas as pessoas se rendem e eu me rendi agora! Estava procurando uma forma de disciplinar essa indomável vontade de orientar minhas idéias. Tudo bem, há outros motivos que apoiam a criação desse blog: as ciências sociais (por exemplo). Assim, talvez, o hábito da escrita possa dilapidar esse bruto diamante.
Quero deixar claro aqui para todos e todas que esse blog não tem o interesse de ser um diário pessoal. Quero aqui levantar questões interessantes: do mundo, do cotidiano paulistano, das relações entre as pessoas, da não-relação entre as pessoas (sim, sempre tem um "quê" de cientista social à procura do seu objeto de estudo), das tristezas e alegrias, das danças, das músicas, poemas que eu adoro, fofocas que eu preciso falar, pessoas que eu preciso xingar (no sentido do desabafo), enfim, coisas que "incomodam" de forma boa ou ruim.
Bom, e para celebrar um momento tão raro e importante, vou postar aqui um pequeno poema que muito me traduz (se é que se pode traduzir um ser humano hoje em dia). E ai vai:
As máscaras grudam-me à face
Eu luto pra me desvincilhar delas
Por isso rio quando estou feliz
Fecho a cara quando estou brava
Choro (e choro mesmo) quando fico triste
E meus inimigos sabem quando o são
Mas a Fernanda só se entrega
Nua e crua
Pro seu travesseiro, e este...
Ai, como sofre!!!!!!
Escrito por Fê às 21h55
[]
[envie esta mensagem]
[link]

|